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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Sons alucinógenos viram febre na rede


E-drugs, como são chamados, prometem aumentar concentração, causar euforia, alucinações e relaxamento, de acordo com o tempo de exposição aos sons.

Um novo fenômeno da internet nascido nos EUA começa a ganhar força no Brasil e tem feito a cabeça de muitos usuários. Chamados de e-drugs, arquivos sonoros escutados por mais de 15 minutos prometem causar euforia, sedação, alucinações e até prazeres sexuais, dependendo da dose experimentada.

As faixas que levam nomes que vão desde "Hand of God" (mão de Deus), "Gates of Hades" (portões do inferno) até "First Love", "Orgasm" e LSD podem ser facilmente encontradas em sites como o I-Doser Experience e baseiam-se em um fenômeno neurológico que consiste na emissão de sons diferentes em cada ouvido, simulando no cérebro sensações semelhantes a uma droga de verdade.

Especialistas em neuropsicologia afirmam que os sons relaxam e ajudam na concentração e que certas frequências podem estimular a imaginação ou a criatividade, o que poderia criar as alucinações que os consumidores relatam ter durante as sessões.

Ainda não se sabe o impacto que essas "drogas" podem realmente ter no organismo, visto que é um fenômeno recente e leva um tempo para ser observado.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A nova cara da música eletrônica na internet brasileira


"Vou começar dividindo o título dessa matéria em duas partes: música eletrônica e internet no Brasil. De alguns anos para cá, todo panorama da internet brasileira se modificou: o acesso, a usabilidade, a distribuição de conteúdo, o perfil do usuário; mudou o cotidiano das pessoas, o processo de compras, a publicidade. E na música eletrônica, o que mudou? Muitas coisas também. O público aumentou e também mudou, a demanda por diferentes gêneros cresceu, os nichos se expandiram e o consumo deixou (ou está deixando) de ser homogênio. As produções nacionais cresceram, as formas de consumo e distribuição mudaram e o mundo passou a ter olhos para o Brasil quando o assunto é música eletrônica. Eventos de todos os tipos crescem todos os dias seja em qualidade ou quantidade. Esses são apenas alguns pontos, só para citar como exemplo. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra? Ao meu ver, a ascenção de um está diretamente (não proporcionalmente) ligado ao outro. Em simples palavras quero dizer que a internet realmente mudou - e está mudando - a música eletrônica brasileira como um todo, seja na esfera do consumo, da produção da música ou do conteúdo.

Na última edição da House Mag (#18), o Ilan Kriger escreveu uma matéria bem interessante chamada "A nova cara da música brasileira na internet". Ele fala sobre o crescimento de pequenos sites/blogs que semeam informações sobre música eletrônica na internet."

Este trecho foi retirado do EBEATZ, uma comunidade de música eletrônica, muito interessante por sinal.

Quem quiser ler a matéria na íntegra o link está logo abaixo:

http://ebeatz.ning.com/profiles/blogs/a-musica-eletronica-na-nova?xg_source=shorten_twitter

Vale a pena conferir.